Resenhas de shows, discos, livros, filmes...Tudo com minha opinião e sem nenhum compromisso jornalístico. Feito somente por diversão.
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segunda-feira, 25 de julho de 2011
Grave Digger - Carioca Clube, São Paulo 23/07/2011
Bem finalmente eu pude assistir de novo uma apresentação do Grave Digger com a saúde em dia, explico no show da tour do álbum “Liberty or Death” eu estava me tratando de uma pneumonia, fui ao show com medo de morrer, mas estou vivo ainda, e outro show da banda fui com infecção no ouvido, e fiquei com medo de ficar surdo, mas também estou escutando bem ainda.
Falando em show da tour do “Liberty Or Death”, eu não curti muito aquele dia, o set list a a banda estavam meio burocráticos, então dessa vez fui assistir talvez esperando pelo pior, felizmente não foi o que aconteceu.
O show estava marcado para as sete da noite, bom horário, principalmente para quem depende de transporte coletivo, ou quer esticar depois do show, é apenas ruim para quem trabalha de sábado, o ideal seria as oito, mas tudo bem é bem melhor que aqueles shows marcados para três da madrugada.
Saí cedo de casa e fui andando até o Carioca Clube, mais ou menos uma hora e dez minutos de caminhada da minha casa, aproveitando para escutar no caminho Grave Digger lógico. Cheguei próximo ao local e estava tudo deserto, como faltavam poucos minutos para as sete, imaginei, devem estar todos lá dentro já.
Rapidamente entrei no local, e dei uma desanimada, estava vazio, bem isso é bom para curtir o show, mas ruim para uma futura visita da banda, mas a concorrência anda meio forte e os preços dos ingressos não são tão convidativos.
Mas tudo bem estava lá, e o show não começou as sete, foi começar cerca de quarenta minutos depois, com a casa ainda sem uma lotação ideal.
A introdução “Days Of Revenge”, começa a tocar nos auto falantes, quando surge a figura de HP “The Reaper” Katzenburg, tocando uma gaita de foles para delírio de todos os presentes, ele se dirige até o teclado e surge o restante da banda para “Paid In Blood” a primeira da noite.
Chris Boltendhal, tem uma presença de palco marcante, e trajava um kilt escocês, depois disse que a primeira parte do show seria composta por material dos álbuns “Tunes Of War” e “The Clans Will Rise Again”.
Mantendo a empolgação veio “The Dark Of The Sun” e “Hammer Of Scots” ambas cantadas a pleno pulmões por todos os presentes, o legal dos shows do Grave Digger é que a grande maioria é fã e conhece todas as músicas, por conta disso nem é necessário backing vocals no palco, a tarefa é bem realizada pelo público.
O show seguiu com a rápida “Killing Time” e veio o primeiro grande momento da noite na execução de “Ballad Of Mary( Queen Of Scots), que mais uma vez contou com um coro, que por vezes soava mais alto que o vocal principal.
A nova “Highland Farewell” foi muito bem recebida, mas o teclado estava meio alto, coisa que depois foi contornada, aliás diga-se de passagem, o show teve um som perfeito, volume, e equalização simplesmente perfeitos. Na sequência ais uma do “Tunes Of War”, dessa vez “The Bruce( The Lion King).
Fechando a primeira parte do show, o clássico “Rebellion(The Clans Are Marching)”, colocou novamente o Carioca inteiro para cantar.
A banda sai do palco, exceção a feita a HP que faz mais uma performance, dessa vez bem legal com direito a corda de forca e tudo mais, a banda volta tocando “The Ballad Of A Hagman” mais um grande destaque, essa música é perfeita para ser tocada ao vivo.
“Morgane Lefay” quase derruba a casa, era hora de todos agitarem nesse grande clássico, que mais uma vez teve uma execução perfeita, destaque para o novo guitarrista Axel Ritt, que está bem entrosado na banda e tem uma bela performance de palco, agitando a todo momento e se movimentando bastante.
O medley de “Twilight Of The Gods/Circle Of Witches/The Grave Dancer/Twilight Of The Gods” ficou legal, mas seria melhor tocar todas elas inteiras, mesmo assim foi uma surpresa agradável. Na sequencia uma bela introdução de teclado foi a deixa para “The Last Supper” uma grande música da nova fase da banda.
Mais um clássico, “Excalibur” agitou novamente a casa,e de novo o refrão cantado pelo público encobria a voz de Boltendahl, o mesmo acontecendo com “Knights Of The Cross” que fechou a primeira parte do show.
Um breve intervalo e a banda volta com “Yesterday” balada do primeiro álbum, com destaque para Axel detonando no solo. “Lionheart” novamente levantou o público, com seu riff bem legal, e refrão fácil, no encerramento “Valhalla” mais uma que é destaque da nova fase da banda.
As cortinas da casa foram fechadas, e no momento imaginei que estivessem tirado a banda do palco, visto de após o Grave Digger, haveria um show de pagode no local, a apreensão tomou conta do local, mas felizmente a banda retornou, dando tempo de encerrar com “The Round Table( Forever) e o hino “Heavy Metal Breakdown”, que mais uma vez fez com que todos os presentes agitassem e cantassem com bastante animação.
Não foi o melhor do show do Grave Digger que vi, achei uma pena terem esquecido os álbuns “Wicth Hunter”, “The Reaper”, “Symphony Of Death” “War Games” “Liberty Or Death” e “The Grave Digger”, mas por ter uma parte temática até que o set list não ficou ruim, quem sabe na próxima toquem algo desses álbuns, mas uma coisa eu garanto, o show rendeu quase duas horas de diversão e puro Heavy Metal, e no fim é o que vale.
Como acabou cedo, deu tempo de voltar tranquilamente para casa andando e ainda tomar uma cervejinha no supermercado próximo.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Golpe De Estado - Sesc Ipiranga , São Paulo 16/07/2011
Quando eu comprei o ingresso para esse show do Golpe, confesso que nem sabia que a banda havia mudado de formação, a última vez que havia assistido uma apresentação deles foi em 2007, e desde de então não tive muita informação sobre o que se passava com a banda.
Essa então seria uma noite de primeiras vezes, a primeira vez que iria no Sesc Ipiranga, e a primeira vez que assistiria a nova formação do Golpe, então dei uma pesquisada no mapa e lá fui eu rumo ao Sesc para o show.
Na tarde daquele sábado, eu havia andado bastante pelo centro da cidade procurando uma coisa que precisava comprar, então estava meio cansado, mas mesmo assim nada de desanimar.
Saí de casa e fui rumo a estação de metrô aqui próxima, desci na estação Sacomã já sabendo que encararia dois quilômetros de caminhada, o que eu não esperava era que esse percurso fosse uma subida.
O tempo estava bem seco, o que tornava a subida pior, para completar começou a me doer as costas, a idade é mesmo implacável, por sorte encontrei um supermercado aberto no meio do caminho e pude me reidratar uma vez que por causa do tempo seco eu já estava com uma sede infernal.
Cheguei ao Sesc e fui verificar o ambiente, achei um local agradável, como costumam ser todas as unidades que conheço, e logo me joguei em uma poltrona na sala de leitura pois ainda faltava meia hora para o início do espetáculo.
Os portões foram abertos e logo estávamos todos acomodados, o teatro é bem confortável e pequeno, trazendo uma proximidade com a banda o que torna o clima bem legal, pena somente seria mais uma vez assistir a um show de Rock sentado, mas essas coisas acontecem.
A banda entra no palco e logo de cara percebo que Dino Rocker o novo vocalista é uma figuraça, com um visual bem Rock n' Roll, com direito a óculos escuros e tudo mais.
Todos em seus lugares começa então o show com uma dobradinha do álbum “Quarto Golpe”, “Dias De Glória” e “Mal Social”, por esse começo já deu para perceber que a banda escolheu os caras certos, Dino canta muito e agita sem parar e o batera Roby Pontes segura bem as pontas com uma pegada que deixou as músicas até mais pesadas, ponto para a banda.
O show segue dessa vez com uma trinca do álbum “Nem Polícia Nem Bandido, “Filho De Deus”, “Velha Mistura” e o clássico “Paixão” cantada por todos os presentes, aliás a participação do público em todo o show foi bem legal, é sempre bom assistir uma apresentação onde a maioria é fã da banda e conhece todas as músicas.
Era hora de apresentar uma nova música, que não sei o nome, mas me pareceu bem legal, parece retomar os primeiros discos, o que é bem legal, visto que infelizmente não gostei muito do último álbum de estúdio da banda “Pra Poder”, que por sinal não teve nenhuma música tocada naquela noite.
“Todo Mundo Tem Um Lado Bicho” mostrou como a voz de Dino combina com a banda, e ficou mais rápida que a versão de estúdio, tocada com a já competência de um dos melhores guitarristas nacionais, Hélcio Aguirra.
Anunciada por Nélson Brito como a música ecológica da banda “Caso Sério” fez mais uma vez o público cantar junto, falando em Nélson, ele foi também o outro grande destaque do show, é um grande baixista que sempre é esquecido nas listas de melhores, mas toca muito, principalmente ao vivo, e tem um timbre clássico e pesado, que soa poderoso ao vivo.
Era a hora de “Zumbi” única do álbum de mesmo nome apresentada, que foi seguida por um solo de bateria onde Roby pode demonstrar que o grande Paulo Zinner não fará falta, as baquetas do Golpe estão em boas mãos.
Mais um música nova foi apresentada, “Rock Star”, essa bem legal até mais que a primeira, e com Dino agitando demais como fez em todo o show, inclusive essa música parece ter agradado bastante a plateia. Na sequência mais duas antigas “Janis” e “Forçando a Barra”, que para mim foi uma das melhores da noite.
O show passava muito rápido, mas já chegava perto do fim, faltava porém algo do primeiro disco, e veio uma agradável surpresa, “Sem Ser Vulgar”, música que eu nunca tinha conferido ao vivo, no final o clássico “ Nem Polícia Nem Bandido” mais uma vez cantada em uníssono e a banda deixa o palco.
Com um breve intervalo os caras voltam com mais uma do “Quarto Golpe”, dessa vez a inesperada “Retorno” que soou muito bem ao vivo.
Nélson então pergunta o que o público queria ouvir, e atendendo aos pedidos a banda manda “Não É Hora” que teve um final improvisado, mostrando que não era uma música programada e sim um verdadeiro pedido do público, bem legal.
Soam então os primeiros acordes de “Noite De Balada” e finalmente o público levanta para mais uma vez cantar junto, ainda para minha agradável surpresa “Libertação Feminina”, uma das minhas favoritas da banda fechou a apresentação em grande estilo.
A dor nas costas tinha passado, e os dois quilômetros de volta para a estação pareceram bem mais curtos dessa vez, o melhor show do Golpe que eu já vi, a nova formação está aprovada.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Made In Brazil - Sesc Vila Mariana, São Paulo 13/07/2011
No dia mundial do Rock nada como comemorar indo assistir ao show da primeira e uma das melhores bandas brasileiras, o Made In Brazil.
Quando fui comprar o ingresso, eles já estavam no final, então acabei pegando um lugar não muito perto do palco, mas tudo bem, porque o auditório do Sesc Vila Mariana é bem pequeno, e de qualquer lugar dá pra ver legal o show.
Saí do serviço no horário normal, 17:30 e como o show só começaria ás 20:30, resolvi comer algo antes. Parei no boteco e pedi um sanduíche de calabresa com uma cerveja isso me daria o sustento necessário para curtir o Rock de verdade do Made.
Como ainda estava cedo, desci duas estações antes do metrô para andar um pouco, fazia um tempo que não andava naquela região, além do mais é uma coisa que gosto bastante de fazer, andar pela cidade escutando música.
No caminho para o Sesc, percebi como o tempo passa rápido, a última vez que estive no local foi para ver o show do Trio Mocotó e isso já faz nove anos, também fazia um bom tempo que eu não assistia o Made ao vivo, creio que uns cinco ou seis anos, então era hora de tirar o atraso.
Cheguei cedo ao local, que tem uma arquitetura meio exótica, e fiquei sentado no pátio principal lendo um livro, só depois que subi para o local onde fica o auditório, local que tem uma sala de leitura com poltronas bem confortáveis por sinal, aliás as unidades do Sesc estão de parabéns, não só pelos bons shows oferecidos, como também pelo conforto das unidades.
Chegando perto do show, deu para notar como era variado o público, ia desde da molecada até uns tios do Rock, o que é bem legal, tinha até uma quantidade razoável de mulheres ( cerca de 20%) coisa que é difícil de acontecer em shows de bandas mais tradicionais como o Made.
Chega a hora de entrar no auditório do show, o local é bem confortável, mas por conta das cadeiras não é tão adequado à shows de Rock, mas tudo bem, pelo menos a visão e o show estavam perfeitos durante todo o espetáculo.
A banda sobe ao palco com um pequeno atraso e logo detonam “Uma Banda Made In Brazil”, que trás na sequência o clássico “Rock De São Paulo” tocada de uma forma mais cadenciada, mas sem perder a energia da música, estava aberta a celebração do Rock and Roll.
“Malvina's( O Pessoal Do Rock)” foi a primeira grande surpresa, e nela percebi como a nova formação funciona bem, principalmente por conta do teclado e do bom guitarrista Mateus “Alemão”
Canali, que toca com bastante feeling, a banda toda é muito competente e tem uma boa presença de palco, principalmente as animadas backing vocals: Roberta “Rock N' Roll”Abreu, Paula “Cinderela” Mota e M.C. Almeida Rego “Criss”, que agitam e dançam o show inteiro. Somente o grande Celso “Kim” Vecchione mantem uma postura totalmente estática e robótica no palco, mas isso é da sua personalidade, e o cara toca com precisão absoluta, além de ser uma das grandes lendas do Rock nacional.
“Todo Dia Rola Um Blues” foi a primeira do novo álbum, “Rock De Verdade” a ser apresentada, e foi muito bem recebida por todos os presentes, que cantaram junto o refrão, na sequência mais um clássico dessa vez “ Não Transo Mais” do álbum “Jack o Estripador”.
Falando em clássico, foi perfeita a execução de “Gasolina”, com a banda demonstrando que está soando mais pesada que nunca ao vivo, ajudada pela boa equalização dos técnicos, que deixou o som do baixo bem na cara, mostrando a competência do mestre Oswaldo “Rock” Vecchione, que além de tocar está cantando melhor que nunca, e agora recuperado da cirurgia que vez, volta a agitar bastante no palco.
“Tô a Tôa” foi executada com perfeição, seguida de mais uma surpresa “Treta De Rua” do álbum “Deus Salva...O Rock Alivia” tocada com muito peso, foi para mim a melhor do show, o que é difícil em meio a tantos clássicos.
O hino “Jack O Estripador” fez todo mundo cantar junto, nessa hora, realmente deu vontade de levantar da cadeira, e percebi que não era o único nessa condição, mas para não tumultuar foi melhor permanecer sentado mesmo, só agitando a cabeça, batendo o pé e cantando junto, falando em cantar junto a participação do público em Rock De Verdade, dedicada por Oswaldão aos pagodeiros, axezeiros e funkeiros, foi bem legal, com todos cantando junto e acompanhando com palmas o refrão, dessa que já é um novo clássico no repertório do Made, peso absurdo e um show do guitarrista Mateus “Alemão”.
Falando em clássico era a hora do maior deles, “Minha Vida É Rock and Roll” um dos maiores hinos já compostos em homenagem e esse estilo que tanto adoramos, espaço para a presentação da banda e para o público mais uma vez cantar junto, no final ainda veio mais um clássico “Anjo Da Guarda” do primeiro álbum, que mais uma vez soou perfeita ao vivo em encerrou em grande estilo essa celebração Rock And Roll.
Somente achei o show meio curto, parece que passou em cinco minutos, mas mesmo assim teve o selo de qualidade do Made In Brazil, que é uma das maiores bandas desse país, infelizmente pouco reconhecida, deu para voltar para casa bem feliz.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Imagens Do Brasil, Arte Trio - Theatro São Pedro, São Paulo 02/07/2011
Já fazia algum tempo que eu não assistia alguma apresentação musical, desde o Accept, eu não via nada ao vivo, então veio bem a calhar ter ganho um par de ingressos para a apresentação do Arte Trio no Theatro São Pedro.
Durante a semana, eu imaginei que estaria frio esse dia, coisa que infelizmente não aconteceu, na minha opinião, o frio combina mais com música erudita.
Chamei o ex-colega de faculdade Johnatan para ir comigo, uma vez que já havíamos assistido uma apresentação do gênero ano passado, ficou então marcado para as 19:00 horas no metro Marechal Deodoro, local próximo ao Theatro São Pedro.
Cheguei com um minuto de atraso( sim um minuto é atraso), e antes de entrarmos no teatro, fomos a um boteco tomar algo e conversar, visto que fazia tempo que não conversava com ele.
No boteco pedi um Steinhäger, que acabou fazendo com que meu calor aumentasse, mas tudo bem, fazia um bom tempo também que não tomava essa especialidade alemã. Fiquei namorando os petiscos do boteco como uma calabresa, e um pedaço de pernil, mas preferi não comer nada antes de ver o recital, já havia comido dois pastéis em casa assistindo Náutico e Guarani pele televisão.
Chegando ao local logo percebi que estava vazio, realmente o público foi decepcionante, cerca de 30% da lotação da casa somente, mas acho que é pedir demais imaginar que em um sábado a noite, o local estivesse cheio.
Confesso que não sou muito conhecedor de música erudita, mas costumo ouvir as vezes em casa para relaxar, somente em casa, porque esse é um tipo de música que não funciona em tocadores de MP3 na rua, por conta da variações de intensidade das composições Mas realmente é legal assistir ao vivo, pois trata-se de uma música bastante visual também, se isso for possível.
Já em nossos lugares, o Arte Trio sobe ao palco com um pequeno atraso, tudo bem, foram só cinco minutos. O trio formado por um violinista, uma cellista( nem sei se essa palavra existe), e um pianista, que foi até o microfone anunciar o que seria apresentado naquela noite, no caso “Trio em si bemol maior opus 10” para piano, violino e violoncelo de A. Levy,e “Trio em fá sustenido menor” para os mesmos instrumentos de A. Nepomuceno, ambos compositores brasileiros, que devido a minha total ignorância nunca sequer havia ouvido falar.
A primeira parte começa, e logo de cara, uma boa sensação toma conta de mim, sim é legal assistir isso ao vivo, sentir a música tocada de forma natural, sem nenhum tipo de recurso eletrônico ou afim, por desconhecer totalmente a peça, cada nota era uma surpresa, e em poucos minutos os acordes finais eram tocados, sinalizando o início do intervalo.
Após a breve pausa, o trio volta ao palco, para segunda parte do concerto, dessa vez com a obra de Nepomuceno, que me pareceu bem melhor, visto que alternava tensão e suavidade, com grande destaque para o piano, muito bem colocado na composição, principalmente nas notas graves, realmente motivo para pesquisar um pouco mais sobre a obra do autor.
Por não conhecer muito de música erudita, e principalmente sobre essas peças, não posso entrar em detalhes sobre a performance técnica do trio, mas achei-os confiantes no palco, e o principal de tudo, me diverti assistindo às duas horas de recital que pareceram durar dez minutos.
No final ainda fomos para o supermercado próximo ao local que costumamos frequentar para uma rodada de salgadinhos com cerveja, um desfecho clássico para um concerto bem divertido.
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