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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Dio - Master Of The Moon, 2004


Esse é um daqueles discos do Dio que acabaram sendo meio esquecidos no meio da discografia dele, talvez por conta do Holy Diver Live que veio em seguida, talvez por conta do Heaven And Hell, a verdade é que pouca gente escutou esse álbum, e como eu era um deles resolvi dar uma escutada durante essa semana que passou, e digo uma coisa não me arrependi nem um pouco, aqui temos material de grande qualidade como tudo que envolve o baixinho.
O álbum já abre com a empolgante “One More For The Road” que une velocidade, peso a a maior voz que já pisou na face da terra, na sequencia a faixa título é um pouco mais cadenciada, mas nem por isso menos empolgante, com um refrão que já gruda na cabeça na primeira audição.
“The End Of The World” tem um riff inicial que lembra bastante “Back In Black” do AC/DC, nela também temos mais um show de interpretação do baixinho e uma letra bem legal e ao mesmo tempo pessimista. “Shivers” é outra calcada pela velocidade, e peso absurdo principalmente da cozinha com Simon Wright (bateria) e Jeff Pilson (baixo).
“The Man Who Would Be King” começa lenta e vai crescendo, é para mim a melhor música do álbum, principalmente pela grande interpretação de Dio, pena que acabou não sendo executada ao vivo eu imagino, pois soaria muito bem no palco. Depois temos “The Eyes” um pouco mais lenta e com um som de phaser que repete o nome da música que chega as vezes a soar até um pouco engraçado, poderia ter sido retirado, mas mesmo assim não chega a estragar nada, somente soa meio estranho.
A velocidade volta com “Living A Lie” outra que talvez se sairia bem ao vivo caso fosse executada, o peso volta com tudo em “I Am” música que lembra bastante o trabalho do Heaven And Hell talvez seja a mais “Sabbática” dentre as músicas do play.
“Death By Love” e “In Dreams” encerram o álbum mantendo a grande qualidade marca característica da banda, infelizmente esse foi o último álbum gravado pela banda antes do falecimento do mestre, mas felizmente fica o registro que tenho certeza irá continuar animando os Bangers ao redor do mundo, não seja perto dos álbuns clássicos do baixinho, mas mesmo assim como tudo na carreira dele vale muito a pena ser ouvido.

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