Total de visualizações de página

sexta-feira, 2 de março de 2012

Master – Slaves To Society, 2007


Já logo de cara a capa desse álbum chama atenção, é provocativa e bem legal, mas a capa não se ouve e o que vem para ser ouvido supera bastante as expectativas.
Paul Speckmann é um dos grandes batalhadores do Metal, está na ativa a bastante e sem dúvida nenhuma podemos dizer que é um dos pais do Death Metal, tendo gravado grandes clássicos com o Master e o Abomination.
O álbum começa com uma pancada chamada “The Final Skull” com um riff impressionante de guitarra é sem dúvida nenhuma uma das melhores músicas de Death Metal que já escutei, após uma única audição ela fica na cabeça para sempre. Na sequência "In Control" mantém o grande nível, com velocidade e um refrão cativante.
"Beaten For The Possibility" segue uma linha de Death mais moderno, lembrando bastante algumas bandas como o Immolation, além do mais traz como destaque um solo com alavancadas clássicas do estilo e parada somente com a bateria. A faixa título mantém essa linha mais moderna com o riff inicial, mas logo se transforma em uma música totalmente old school, com uma grande performance do baterista Zdenek "Zdenal" Pradlovsky.
O clima old school permanece em “The Darkest Age" que talvez seja a música que mais lembre os primeiros e clássicos álbuns da banda como o auto intitulado, ela começa de maneira mais lenta, mas logo explode em velocidade e técnica, aliás um dos destaques desse play é a produção que deixou o som pesadíssimo e com muita qualidade, onde é possível ouvir bem todos os instrumentos.
"Cheater" é um outro grande destaque do disco, principalmente por conta do riff veloz e do refrão que fica fácil na cabeça, é seguida pela pancada "Anarchy Nearly Lost" que lembra Cannibal Corpse dos álbuns mais atuais, mesmo assim a banda em nenhum momento deixa de soar como o velho Master.
"The Room With Views" também começa até mais lenta, mas tem como destaque suas variações e novamente o grande trabalho do baterista, essa é sem dúvida outro grande destaque do play, que funciona muito bem ao vivo. "Remnants Of Hate" segue sendo uma cacetada com todos aqueles elementos tão característicos do Death Metal como a velocidade e o vocal furioso de Paul.
Novamente a modernidade se faz bem presente em "The Last Chapter" também marcada por variações e um riff rasgado de guitarra, bem ao estilo norte americano, e tudo termina com mais uma pancada, dessa vez com a longa porém perfeita "World Police" que encerra o play com fúria e velocidade absurdas.
Totalmente recomendado.

Nenhum comentário:

Postar um comentário