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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Carro Bomba – Sesc Belenzinho, São Paulo 01/02/2013.



 Confesso que demorei um pouco para conhecer o Carro Bomba, e passei a gostar bastante da banda graças a um leitor aqui do blog o Cléssio que me indicou os sons, valeu!
 Esse era na verdade o primeiro show que iria ver da banda, havia visto somente duas músicas na virada cultural e nem conhecia direito o som, mas dessa vez seria um set completo, e estava bem empolgado para isso.
  Em uma sexta feira caótica, me dirigi ao escritório do meu amigo Boninha e de lá fomos até o Sesc, não sem antes pegar um trânsito fenomenal, visto que uma tempestade havia castigado São Paulo naquela tarde.
  Achei estranho show ser realizado no teatro, pois todos estariam sentados, mas tinha certeza que assim que o primeiro se levantasse todos o fariam, e foi mesmo o que aconteceu, embora meio tarde.
 Fiquei meio decepcionado quando vi que o teatro mesmo sendo pequeno não tinha a lotação esgotada, porra era uma puta banda tocando por um preço bem em conta e mesmo assim não encheu o negócio, isso realmente dá uma desanimada, mas por sorte o que presenciei foi um grande espetáculo de profissionalismo de uma grande banda.
  O show começou com “Carcaça” faixa título do último (E maravilhoso) álbum lançado pela banda e sem dar descanso seguiram com “Intravenosa” e “Sangue De Barata” essa uma das melhores da noite.
  É impossível não falar da qualidade do quarteto como músicos, todos tocam muito e som estava perfeito tanto na timbragem quanto no volume.
 O set deu maior ênfase às músicas do novo álbum, mas coisas mais antigas como “Overdrive Rock and Roll” e “Eu Sei Mas Não Me Lembro” ficaram bem legais na voz de Rogério Fernandes, que lembra muito o grande Dio ao vivo. Acho que só ficou faltando algo do primeiro play, tipo “Louco De Dar Nó” que seria bem legal.
  Os grandes destaques ficaram para o final com “Punhos de Aço” e “Queimando a Largada” que encerraram o show quebrando tudo, e ainda teve um bis com “Tortura (Pau Mandando)” que ficou ainda mais pesada ao vivo.
  Espero ver a banda tocando mais vezes, e com um público maior, pois os caras merecem, e sem dúvida foi um dos melhores shows que já vi de uma banda nacional, se eles forem tocar na sua cidade não percam.

Made In Brazil – Sesc Belenzinho, São Paulo 19/01/2013.



  Eu estava bem animado para assistir esse show, visto que “Jack o Estripador” é meu álbum favorito do Made, e ele seria tocado na íntegra, com alguns músicos da formação da época e um cenário todo especial.
  Achei meio estranho quando cheguei ao Sesc e estava tudo meio vazio, havia chovido aquele dia, mas já estava tudo ok naquele momento, por sorte pelo menos o local foi enchendo próximo ao momento do show.
  Eu esperava que a banda fosse tocar o álbum na sequencia original, mas logo de cara mudaram tudo começando com “Rock De São Paulo”. Os shows do Made são sempre muito legais, e esse não foi diferente, a banda está com uma formação muito boa, e o vocal de Percy Weiss deu um clima todo nostálgico ao show.
  O cenário era também legal, com algumas manequins de vitrine “estripadas” penduradas no palco, e o set seguiu o previsto com todas as músicas do “Jack o Estripador” sendo tocadas em sequencia diferente, com grande destaque para a faixa título, “Vou Te Virar De Ponta Cabeça” e “Se eu pudesse Voar” que ficou muito boa mesmo ao vivo.
  No final os vários músicos que participaram do show se reuniram no palco para encerrar com o clássico “Minha Vida É Rock N’ Roll” foi meio curto, mas valeu muito a pena, e quem não foi acabou perdendo uma grande apresentação, não foi a melhor que vi da banda, mas foi uma das mais legais sem dúvida.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Krisiun e Torture Squad - Sesc Pompeia, São Paulo 12/01/2013.



 Nesse dia estive em um estádio de futebol antes do show para assistir uma partida, choveu pra caramba e mesmo depois que voltei para casa para tomar banho e comer algo não parou de chover, mas como não sou feito de açúcar não iria perder esse show, pois estava bem curioso para ver como o Torture Squad funcionaria com a nova formação e rever o Krisiun depois de um bom tempo.
 O clima do Sesc Pompeia combinava bastante com o show, já que o local é bem rústico, e uma coisa legal é que estava com uma boa lotação, talvez não lotado, mas o local estava cheio.
No horário marcado sobe ao palco o agora trio Torture Squad, começaram o show com a instrumental “Come To Torture”, então por essa música não dava para perceber como estava a nova formação sem o vocalista Vitor Rodrigues, pois bem na sequência em “The Host” deu para perceber como ele faz falta, tanto pelo vocal quanto pela presença de palco.
 “The Unholy Spell” realmente agitou o público, foi o destaque da banda naquela noite, que permanece com qualidade, mas realmente seria interessante arrumar um novo vocalista, até para que Castor e André fiquem mais a vontade no palco novamente.
 Infelizmente o show foi bem curto, tocaram ainda “Generation Dead” e a sempre destruidora “Chaos Corporation” onde novamente o pessoal agitou bastante. Vou esperar um pouco mais e tentar assistir um show completo da banda com a nova formação, mas a princípio realmente eles perderam muito com a saída de Vítor.
 Uma curta espera e começa a introdução e logo o Krisiun já estava no palco destruindo tudo com “Kings Of Killing” e “Sentenced Morning”, o som estava perfeito pelo menos perto do palco e a iluminação com predominância do vermelho deixava tudo com o clima mais macabro.
 Fazia tempo que eu não assistia o Krisiun ao vivo, e realmente me surpreendi com a qualidade da banda, sem dúvidas estão na elite do Death Metal mundial, com todos os músicos quebrando tudo em seus instrumentos, principalmente Moyses com vários solos e riffs executados com precisão.
 O show seguiu com “The Will Of Potency” música mais atual, que soou muito bem ao vivo, mas o legal mesmo foi acompanhar grandes clássicos como “Ravenger”, “Vengeance’s Revelation” e “Hatred Inherit”.
 O público presente agitava bastante nos sons, tanto novos quanto antigos, o problema era o calor que fazia lá dentro, inclusive me pareceu que o batera Max estava passando mal, visto que sempre no final das músicas ele ficava um tempo se abanando, mas mesmo assim tocou com a velocidade e precisão de sempre.
 No final “Black Force Domain” encerrou essa grande noite de Metal extremo nacional, estava chovendo na saída, mas quer saber? Ele foi até agradável no caminho de casa, grande show e espero não demorar tanto para rever o Krisiun novamente.
 Só faltou mesmo “Conqueros Of Armageddon”.