Nesse dia estive em um estádio de futebol antes do show para
assistir uma partida, choveu pra caramba e mesmo depois que voltei para casa
para tomar banho e comer algo não parou de chover, mas como não sou feito de
açúcar não iria perder esse show, pois estava bem curioso para ver como o
Torture Squad funcionaria com a nova formação e rever o Krisiun depois de um
bom tempo.
O clima do Sesc Pompeia combinava bastante com o show, já
que o local é bem rústico, e uma coisa legal é que estava com uma boa lotação,
talvez não lotado, mas o local estava cheio.
No horário marcado sobe ao palco o agora trio Torture Squad,
começaram o show com a instrumental “Come To Torture”, então por essa música não
dava para perceber como estava a nova formação sem o vocalista Vitor Rodrigues,
pois bem na sequência em “The Host” deu para perceber como ele faz falta, tanto
pelo vocal quanto pela presença de palco.
“The Unholy Spell” realmente agitou o público, foi o
destaque da banda naquela noite, que permanece com qualidade, mas realmente
seria interessante arrumar um novo vocalista, até para que Castor e André
fiquem mais a vontade no palco novamente.
Infelizmente o show foi bem curto, tocaram ainda “Generation
Dead” e a sempre destruidora “Chaos Corporation” onde novamente o pessoal
agitou bastante. Vou esperar um pouco mais e tentar assistir um show completo
da banda com a nova formação, mas a princípio realmente eles perderam muito com
a saída de Vítor.
Uma curta espera e começa a introdução e logo o Krisiun já
estava no palco destruindo tudo com “Kings Of Killing” e “Sentenced Morning”, o
som estava perfeito pelo menos perto do palco e a iluminação com predominância
do vermelho deixava tudo com o clima mais macabro.
Fazia tempo que eu não assistia o Krisiun ao vivo, e
realmente me surpreendi com a qualidade da banda, sem dúvidas estão na elite do
Death Metal mundial, com todos os músicos quebrando tudo em seus instrumentos,
principalmente Moyses com vários solos e riffs executados com precisão.
O show seguiu com “The Will Of Potency” música mais atual,
que soou muito bem ao vivo, mas o legal mesmo foi acompanhar grandes clássicos
como “Ravenger”, “Vengeance’s Revelation” e “Hatred Inherit”.
O público presente agitava bastante nos sons, tanto novos
quanto antigos, o problema era o calor que fazia lá dentro, inclusive me
pareceu que o batera Max estava passando mal, visto que sempre no final das
músicas ele ficava um tempo se abanando, mas mesmo assim tocou com a velocidade
e precisão de sempre.
No final “Black Force Domain” encerrou essa grande noite de
Metal extremo nacional, estava chovendo na saída, mas quer saber? Ele foi até
agradável no caminho de casa, grande show e espero não demorar tanto para rever
o Krisiun novamente.
Só faltou mesmo “Conqueros Of Armageddon”.


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