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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Wacken Open Air – Wacken, Alemanha 04. 05, 06/08/2011

Bem, eu fui até o Wacken Open Air desse ano, foi maravilhoso, um sonho realizado em um grande festival na Europa, além de conhecer a Alemanha, o que também era um grande sonho para mim.
Eu vou escrever uma resenha completa com tudo o que aconteceu por lá, inclusive a preparação e as curiosidades, mas só publicarei a resenha no livro “Expectador Ativo 2” que devo estar terminando até o final do ano, provavelmente depois do show do Ringo Starr em São Paulo.
Aqui vou colocar então só os shows que assisti, e um pequeno comentário sobre cada um, só para matar um pouquinho a vontade, só lembrando que nem todos os shows eu assisti de ponta a ponta, então não vai dar para fazer uma análise completa, mas isso foi o que achei do que vi:

Dia 04

Onkel Tom – Muito bom, embora a ficha ainda estivesse caindo pra mim, deu para curtir bem

Helloween – Fraco, já vi a banda em melhores momentos

Blind Guardian – Maravilhoso, grande show do primeiro dia, público animado e performance perfeita da banda.

Ozzy Osbourne – A grande decepção, infelizmente o Madman precisa se aposentar, cantando desafinado mesmo com pelo menos um tom mais baixo nas músicas, set-list burocrático, show curto para um headliner, pelo menos a banda que acompanha é muito competente, principalmente o tecladista e o novo guitarrista.

Dia 05

Primal Fear – Bom show, e o Ralf canta muito.

Suicidal Tendencies – Poderia ter sido melhor, faltou a formação clássica.

Morbid Angel – Só via as duas últimas músicas, mas foram boas.

Sodom – Frio, funciona muito mais em local pequeno, como quando tocaram em São Paulo e fizeram um show memorável.

Rhapsody Of Fire – Surpreendentemente muito bom, bem acima do que eu estava esperando, tirou a má impressão do show que havia visto deles.

Reliquiae – Não gosto muito do estilo, mas foi até interessante, assisti duas músicas.

Heaven Shall Burn – Também não é meu estilo favorito, mas a banda é competente, e o baterista palmeirense, mesmo sendo alemão.

Morgoth – Só vi uma música, mas não me interessou muito.

Judas Priest – Perfeito, melhor show de todo o festival, sem palavras para descrever

Triptycon – Sonho realizado, ver Tom Warrior cantando, grande show, bem macabro

Airbourne – Grande banda, show muito bom, mesmo parecendo demais AC/DC e eu já estando bem cansado, os caras são monstros no palco, precisam de mais atenção pois serão grandes.

Dia 06

Girlschool – Grande show, animado e cheio de clássicos

Crash Dïet – Não conhecia o som da banda, mas achei legal, visual exagerado, mas um bom show.

Onslaught – Competente e selvagem

Torture Squad – Bem animado e selvagem também.

Mayhem – Decepção também, nenhum visual de palco e alguns clássicos fora do set-list

Shinning – Surpreendente, muito boa banda, misturam Jazz com Metal, merecem mais destaque.

Iced Earth – Não curto a banda, mas são competentes ao vivo, assisti somente o final, e para quem é fã deve ter sido memorável.

Sepultura – O começo foi frio, mas depois um grande show como sempre, legal ver os gringos agitando muito com uma banda brasileira, um dos grandes shows do festival.

Avantasia – Valeu principalmente pelo Michael Kiske, sonho realizado de ver o cara cantando.

Warrant – Não confundir com a banda de Glam americana, peguei o final do show, mas estava legal, bem metalzão clássico, e com visual de palco legal.

Kreator – Perfeito, grande show, com vários efeitos visuais e músicas tocadas de forma violenta, outro entre os melhores do festival, pena que curto.

Tokyo Blade – Muito bom, melhor show do terceiro dia, pena que estava vazio, competiram com o Motörhead no palco principal, mas valeu a pena, memorável.

Motörhead – Assisti o final, e Motörhead é sempre bom.

Children Of Bodom – Não gosto da banda, e ainda por cima estava chovendo, mas os caras tocam bem e a produção estava legal, deu para assistir três músicas.

Ghost – Muito interessante, preciso encontrar mais material da banda pois gostei do show, e o visual de palco é único.


Como disse no próximo livro eu escrevo por completo como foi tudo.

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