Porra nessa sexta feira realmente
choveu pra caramba, enquanto fui de casa até a estação de metrô aqui próxima
estava até ok, mas não teve jeito, chegando ao Belém tomei uma chuva, mas valia
a pena para ver o Golpe novamente.
Antes de entrar no Sesc, passei
no boteco para tomar um conhacão e dar uma esquentada, e quando cheguei à
entrada foi bem tranquila, aliás, é bem legal assistir shows no Sesc, sempre
começam no horário, tem locais confortáveis e preços justos, deveria haver mais
shows de Heavy e Hard Rock nas unidades.
Quase às nove e meia em ponto,
com um público até legal que se não lotou o Sesc, pelo menos não fez feio
começou a rolar no telão o novo clipe da banda Rockstar, música bem legal por
sinal.
A banda entra em cena com “Feira
Do Rato” música do novo play, que por sinal ficou bem legal ao vivo, ainda não
ouvi o álbum, mas no próximo show da banda vou comprar uma cópia, já que dessa
vez estava meio quebrado.
O show começa a esquentar
bastante com “Nem Polícia Nem Bandido”, aí que se percebe como os shows do Golpe
são cheios de fãs fiéis, pois todas as músicas são cantadas praticamente em
uníssono, principalmente os clássicos, e por falar neles poucas bandas podem se
dar ao luxo de tocar “Paixão” logo no começo do set.
O repertório escolhido para a
apresentação foi bem legal, tocaram material novo como “Rockstar”, “Numa Bolha”
e “Um De Nós”, essa última para mim uma das mais legais do show, não a
conhecia, mas agradou logo de cara principalmente pelo solo de Hélcio Aguirra,
que como sempre destruiu tudo, como toca esse cara.
Tocaram também material mais
velho, lógico, e dessa vez a performance de Dino Linardi nos vocais não foi tão
legal quanto do outro show que vi há pouco tempo, porém também não comprometeu
e sua voz combina com “Caso Sério”, “Sem Elas”, “Não É Hora”, com direito a
solo de bateria ou “Mal social”.
Uma coisa que é legal nos shows
do Golpe é que eles mudam constantemente o set-list, dessa vez deixaram de fora
temas legais como “Sanguessugas”, “Cobra Criada” ou “Zumbi”, mas mesmo assim
não dá para reclamar, pois o show foi muito bom mesmo.
No final a coisa realmente ficou
épica, foi sem dúvida a melhor parte, onde tocaram “Noite De Balada” com todos
na plateia cantando junto, e o bis foi simplesmente perfeito com “Parte Do
Inferno” a melhor de todas, “Sem Ser Vulgar” e para encerrar com chave de ouro “Libertação
Feminina” uma das minhas músicas favoritas.
Quando saí do Sesc, nem percebi
que havia se passado quase duas horas, o tempo realmente voou, é legal ver que
o Golpe voltou a estar em grande fase, e espero que tenham o devido
reconhecimento com esse novo play e os shows legais que andam fazendo.
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