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terça-feira, 10 de abril de 2012

Sodom – Carioca Clube, São Paulo 07/04/2012.


No meio de um feriado prolongado nada melhor do que assistir ao show de uma grande banda como o Sodom, então no sabadão, depois de descansar bastante na sexta, fui sozinho ao show da lenda do Thrash alemão.
Diferente de algumas pessoas eu gosto desse horário de show, a apresentação acaba mais cedo e fico sossegado para voltar para casa, nesse dia deu até para assistir um filme depois disso.

Fui a pé de casa, bem tranquilo e cheguei quando o Red Front se preparava para entrar no palco, o local ainda estava meio vazio( acabou não lotando, mas teve um bom público, cerca d e 70% da lotação na hora do Sodom). O show foi extremamente competente como essa banda por sinal é, fazem um som na linha do Sepultura, aliás tocando um cover deles que foi um dos pontos altos do show, assim como “Circle of Hate” que encerrou a apresentação, e o discurso bem humorado da banda com direito a famosa malhação do judas, é uma banda que tem tudo para crescer principalmente porque além do talento musical eles tem bastante criatividade com o marketing coisa bem importante no meio musical.
Depois de uma longa demora, exatamente as 19:40 o Sodom sobe ao palco com a faixa título do novo álbum “In War and Pieces” uma belo som para começar, mas nada comparado ao que viria a seguir, “Sodomy and Lust”, “M-16” e “Outbreak Of Evil” quase derrubaram o Carioca Clube, a agitação era intensa e o calor infernal, e mesmo com a qualidade de som péssima essa trinca já valeria a noite.
Um breve respiro e a banda manda um trecho de “Surfin’ Bird” clássico do Trashman que foi regravada pelos Ramones também, na sequência “The Saw Is The Law” cantada por todos os presentes e mais um cover, dessa vez botando todos para agitar como loucos novamente, “Iron Fist” (Acho que nem precisa dizer de quem é, hehe).
O calor aumentava ainda mais, e todos já transpiravam muito, mesmo aqueles que não participavam do mosh, então “Proselytism Real”, “ The Art Of Killing Poetry” e “City Of God”( muito boa) acabaram servindo para tomar um fôlego.
As rodas insanas voltaram no clássico “Blasphemer” onde era impossível ficar parado, a essa altura o som já tinha melhorado um pouco, porém ainda estava embolado, por sorte não estragou o grande show que seguia com a surpresa “Eat Me” e “Napalm In The Morning” essa com seu refrão sendo cantando em coro, mesmo sendo uma música nova é uma das minhas favoritas da banda.
Em “Agent Orange” o que se via no local beirava a insanidade, era impossível ficar parado e perceptível a satisfação dos músicos com o público, que se portou como nos velhos shows de Metal no Brasil, participando muito em todas as músicas.
A banda sai do palco e retorna rapidamente para o bis com a clássica “Remember The Fallen” e “Bombenhagel” encerrando esse grande show, como acabou cedo como disse antes deu tempo de tomar uma cerveja e voltar tranquilo para casa, pesando pelo menos um quilo a menos.

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