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domingo, 14 de outubro de 2012

Iron Maiden – Fear Of The Dark, 1992.



Bem esse foi o primeiro disco que eu comprei na época em que foi lançado, eu já tinha alguns em casa, mas eram todos mais antigos. Era quase religioso eu voltava da escola e ia escutar esse play, creio que passei uns três meses fazendo isso, aliás, esse álbum por ter as letras das músicas me ajudou bastante também a aprender inglês. E o pior é que já faz vinte anos, hehe.
Mas vamos à música, o álbum começa com a maravilhosa “Be Quick Or Be Dead”, simplesmente uma das melhores músicas da banda em todos os tempos, que deveria ser mais lembrada nos set-lists. A seguir “From Here To Eternity”, é uma música que lembra o álbum anterior “No Prayer For The Dying”
Até hoje o riff de “Afraid To Shoot Strangers” me arrepia, além do mais a música tem uma letra bem legal para refletir, sem dúvida é um dos pontos álbuns do álbum, o mesmo se pode dizer de “Fear Is The Key” com mudanças de andamento e uma interpretação memorável do grande Bruce Dickinson.
“Childhood’s End” tem um refrão bem fácil e tem também um riff bem legal, então surge a balada “Wasting Love”, que acabou fazendo grande sucesso, mas não está entre as melhores do play.
“The Fugitive” é outra música bem típica da banda, com outro refrão bem legal, poderia tranquilamente também estar no set list, pelo menos daquela tour que promoveu o disco. Já “Chains Of Misery” é mais cadenciada e novamente o refrão fica na cabeça facinho.
A música mais diferente desse álbum, e provavelmente uma das mais diferentes da banda é “The Apparition” tem uma letra enorme e diferente das músicas da banda não tem refrão, mas nem por isso deixa de ser uma música ruim, mas a coisa fica legal com “Judas Be My Guide”, aliás, fica muito legal, até hoje, por exemplo, não entendo como essa música não virou single, para mim é um dos grandes destaques do play, e uma daquelas que eu gostaria muito de ouvir ao vivo.
“Weekend Warrior” também lembra algumas coisas feitas no álbum anterior, novamente têm destaque pelo refrão, e no final temos a faixa título, sem dúvida a música que mais fez sucesso no álbum, embora também não esteja entre as minhas favoritas, mas tenho que assumir que ao vivo ele cresce bastante, principalmente aquela versão clássica gravada em Helsinque.
“Fear Of The Dark” pode até não ser o melhor álbum do Maiden, mas não tem como dizer que ele mudou bastante minha vida, e mesmo hoje após vinte anos da primeira audição é ainda bem legal escutar ele de ponta a ponta, no vinil então fica mais legal ainda.

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