Bem esse foi o primeiro disco que eu comprei na época em que
foi lançado, eu já tinha alguns em casa, mas eram todos mais antigos. Era quase
religioso eu voltava da escola e ia escutar esse play, creio que passei uns
três meses fazendo isso, aliás, esse álbum por ter as letras das músicas me
ajudou bastante também a aprender inglês. E o pior é que já faz vinte anos,
hehe.
Mas vamos à música, o álbum começa com a maravilhosa “Be
Quick Or Be Dead”, simplesmente uma das melhores músicas da banda em todos os
tempos, que deveria ser mais lembrada nos set-lists. A seguir “From Here To
Eternity”, é uma música que lembra o álbum anterior “No Prayer For The Dying”
Até hoje o riff de “Afraid To Shoot Strangers” me arrepia,
além do mais a música tem uma letra bem legal para refletir, sem dúvida é um
dos pontos álbuns do álbum, o mesmo se pode dizer de “Fear Is The Key” com
mudanças de andamento e uma interpretação memorável do grande Bruce Dickinson.
“Childhood’s End” tem um refrão bem fácil e tem também um
riff bem legal, então surge a balada “Wasting Love”, que acabou fazendo grande
sucesso, mas não está entre as melhores do play.
“The Fugitive” é outra música bem típica da banda, com outro
refrão bem legal, poderia tranquilamente também estar no set list, pelo menos
daquela tour que promoveu o disco. Já “Chains Of Misery” é mais cadenciada e
novamente o refrão fica na cabeça facinho.
A música mais diferente desse álbum, e provavelmente uma das
mais diferentes da banda é “The Apparition” tem uma letra enorme e diferente
das músicas da banda não tem refrão, mas nem por isso deixa de ser uma música
ruim, mas a coisa fica legal com “Judas Be My Guide”, aliás, fica muito legal,
até hoje, por exemplo, não entendo como essa música não virou single, para mim
é um dos grandes destaques do play, e uma daquelas que eu gostaria muito de
ouvir ao vivo.
“Weekend Warrior” também lembra algumas coisas feitas no
álbum anterior, novamente têm destaque pelo refrão, e no final temos a faixa
título, sem dúvida a música que mais fez sucesso no álbum, embora também não
esteja entre as minhas favoritas, mas tenho que assumir que ao vivo ele cresce
bastante, principalmente aquela versão clássica gravada em Helsinque.
“Fear Of The Dark” pode até não ser o melhor álbum do
Maiden, mas não tem como dizer que ele mudou bastante minha vida, e mesmo hoje
após vinte anos da primeira audição é ainda bem legal escutar ele de ponta a
ponta, no vinil então fica mais legal ainda.

Nenhum comentário:
Postar um comentário