Bem aí está outra das minhas bandas favoritas, essa é uma
das top 5 com certeza, então você que está lendo já sabe que é meio complicado
resenhar um álbum deles, mas vamos lá.
Estava ansioso para ouvir esse disco, pois todas as resenhas
eram positivas, o que é até estranho em se tratando de Rush, já que o pessoal
costuma descer a lenha neles.
Ouvi várias pessoas dizendo que é o melhor álbum deles em mais
de trinta anos, mas bem vamos a minha opinião, ele é superior ao fraco (para os
padrões do Rush lógico) “Snakes And Arrows”, mas é inferior ao “Vapor Trails”,
play eu adoro e para mim é um dos melhores da carreira da banda.
O álbum inteiro é bem legal, realmente não consegui achar
uma música um ponto fraco, por exemplo, talvez BU2B2, mas isso só porque ela é
bem curta, tem menos de dois minutos.
A bolacha tem algumas músicas que lembram o Rush pesado de “Vapor
Trails” e “Counterparts” como “Caravan” “BU2B” e “Headlong Flight”. Tem faixas
com refrão fácil como “Seven Cities Of Gold” (que puta som de baixo), “The Wreckers”
e “Wish Them Well” que com certeza vão funcionar muito bem ao vivo.
Mas sinceramente o que achei mais legal no álbum é o resgate
das raízes progressivas da banda, não estamos diante de um novo “Hemispheres”,
por exemplo, mas vários elementos lembram essa parte da carreira da banda e
várias músicas, como a faixa título, “The Garden” e “The Anarchist” essa sem
dúvida uma das mais legais.
No geral o disco vai agradar bastante quem gosta
de Rush, e com certeza vai entrar para o meu playlist com bastante frequência
pelo jeito.

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