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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Saxon - Call To Arms, 2011


Aproveitando a visita do Saxon ao Brasil, resolvi ouvir durante essa semana o álbum novo da banda “Call To Arms”, então vmos lá ao que achei dele.
Difícil não reparar logo de cara na capa, que por sinal é muito legal e criativa, se destaca logo de cara, sendo diferente da maioria de capas das bandas do estilo.
O disco começa com a rápida e empolgante “Hammer Of The Gods”, que tem um riff de guitarra bem característico do Saxon, principalmente no que foi feito nos últimos álbuns da banda, na sequência, “Back In 79”, é um pouco mais lenta, mas ideal para ser tocada ao vivo por conta do refrão fácil e pegajoso.
Quando os primeiros acordes de “Surviving Against The Odds” soam, é impossível não abrir um sorriso, essa música é muito boa, veloz e com um riff bem legal também, lembrar muito o velho Saxon dos anos 80 e com certeza é um dos pontos alto do disco. Falando em anos 80 a introdução de “Mists Of Avalon” lembra bastante o clássico “Nightmare” do álbum “Power and The Glory”, pena que somente a introdução lembre, pois a música em si é um pouco arrastada, e não é das mais interessantes feita pela banda.
A faixa título, não é ruim, mas é lenta, e vem depois de outra lenta, o que quebra um pouco o impacto inicial do play, que acaba não levantando o astral em “Chasing The Bullet”, uma música que também acaba passando despercebida.
A velocidade e qualidade volta em “Afterburner”, que lembra o Saxon do começo dos anos 90, uma pouco mais pesado e rápido, a seguir temos "When Doomsday Comes (Hybrid Theory soundtrack)”, que tem um riff que lembra bastante “Perfect Strangers” do Deep Purple, é uma música que também deve funcionar bem ao vivo.
Quando pensamos que tudo voltaria ao normal, vem a fraca “No Rest For The Wicked” que é facilmente esquecida após a audição, porém após esse momento não inspirado surge a grande surpresa do disco “Ballad Of The Working Man”, uma música muito legal, que tem um riff totalmente Thin Lizzy, e volta a empolgar o ouvinte, mas infelizmente tarde, pois no final temos somente uma versão orquestrada da faixa título, que soa um tanto quanto desnecessária, por ser bem parecida com a original, mesmo assim não significa que seja ruim.
No balanço final, “Call To Arms” não é um álbum ruim, para para quem tem tantas obras primas no currículo o grande Saxon ficou devendo nessa.
Se você não conhece a banda é melhor não começar por esse play, mas se já é fã, vale ouvir, talvez você se empolgue um pouco mais que eu.

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