Depois dos para mim fracos “Fire In The Sky” e “Battle Hymns
MMXI” o Manowar finalmente volta a acertar a mão, fazendo um álbum bem legal,
que lembrar bastante algumas coisas feitas no passado pela banda.
Comecemos pela capa,
que na versão que tenho aqui, lembra bastante a capa de “Sign Of The Hammer”,
porém já fiquei sabendo que haverá uma nova ilustração, que me parece ser bem
mais legal, embora esse não fosse ruim, somente simples.
O álbum começa com a faixa título, que logo de cara traz um
riff matador de guitarra, bem ao estilo anos 80, lembrando até mesmo algumas
coisas feitas pelo Grave Digger, a música é bem legal, porém tem um detalhe
meio estranho, a timbragem do baixo, que ficou com som de Doom Metal, é
diferente, mas não ficou tão legal.
“Manowarriors” tem a cara da banda, e sem dúvida é candidata
a clássico, por conta do refrão, é aquela música perfeita para ser tocada ao
vivo. “Born In The Grave” se destaca pelo andamento mais cadenciado, lembrando
coisas feitas pela banda em álbuns como “Warriors Of The World” e "Gods of
War”, também é um dos destaques positivos do play.
A seguir temos o que para mim é a melhor do disco, “Righteous
Glory” é uma balada épica que nos faz lembrar coisas como “Mountains” ou “Gates
Of Valhalla”, nela Eric mostra porque é um dos melhores vocalistas de Heavy
Metal de todos os tempos, somente ela já valeria o play.
“Touch The Sky” não é ruim, porém é a mais sem graça, talvez
até porque venha depois de “Righteous Glory”, mas ela acaba passando
despercebida, coisa que não acontece com “Black List” outro grande destaque,
com seu peso avassalador, uma ótima pedida também para ser tocada ao vivo.
“Expendable” é a típica faixa rápida do Manowar, é pesada e
traz um refrão fácil de guardar. “El Gringo” é outra agradável surpresa,
principalmente por seu riff cavalgado, lembrando “Sign Of The Hammer”, a
produção dessa música me pareceu melhor que o restante do álbum, procurei no
encarte algo, mas não achei nada, a verdade é que ela não contém o baixo Doom,
mais uma com cara de clássico, e além do mais tem uma letra legal que foge do
clichê típico do Manowar.
“Annihilation” é outra canção mais rápida, e mais uma vez
brilha o vocal de Eric, no encerramento temos “Hail, Kill and Die” que tem
novamente um refrão típico da banda para ser cantado nos shows, e uma letra com
referências a antigos álbuns da banda, um belo encerramento para um álbum bem
legal.
O baixo com timbre de Doom Metal não chega a estragar nada (bem
talvez estrague uns alto-falantes, ou fones de ouvido mais vagabundos), mas
realmente poderia ser evitado na próxima vez, pois não combina muito com o
estilo da banda, no mais é um grande retorno do Manowar.

eu não ia comprar mas diante da sua resenha... vou atrás... valeu
ResponderExcluirEu curti bastante o álbum, embora tenha bastante gente que não gostou
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