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domingo, 9 de setembro de 2012

Manowar - The Lord Of Steel, 2012



 Depois dos para mim fracos “Fire In The Sky” e “Battle Hymns MMXI” o Manowar finalmente volta a acertar a mão, fazendo um álbum bem legal, que lembrar bastante algumas coisas feitas no passado pela banda.
 Comecemos pela capa, que na versão que tenho aqui, lembra bastante a capa de “Sign Of The Hammer”, porém já fiquei sabendo que haverá uma nova ilustração, que me parece ser bem mais legal, embora esse não fosse ruim, somente simples.
O álbum começa com a faixa título, que logo de cara traz um riff matador de guitarra, bem ao estilo anos 80, lembrando até mesmo algumas coisas feitas pelo Grave Digger, a música é bem legal, porém tem um detalhe meio estranho, a timbragem do baixo, que ficou com som de Doom Metal, é diferente, mas não ficou tão legal.
“Manowarriors” tem a cara da banda, e sem dúvida é candidata a clássico, por conta do refrão, é aquela música perfeita para ser tocada ao vivo. “Born In The Grave” se destaca pelo andamento mais cadenciado, lembrando coisas feitas pela banda em álbuns como “Warriors Of The World” e "Gods of War”, também é um dos destaques positivos do play.
A seguir temos o que para mim é a melhor do disco, “Righteous Glory” é uma balada épica que nos faz lembrar coisas como “Mountains” ou “Gates Of Valhalla”, nela Eric mostra porque é um dos melhores vocalistas de Heavy Metal de todos os tempos, somente ela já valeria o play.
“Touch The Sky” não é ruim, porém é a mais sem graça, talvez até porque venha depois de “Righteous Glory”, mas ela acaba passando despercebida, coisa que não acontece com “Black List” outro grande destaque, com seu peso avassalador, uma ótima pedida também para ser tocada ao vivo.
“Expendable” é a típica faixa rápida do Manowar, é pesada e traz um refrão fácil de guardar. “El Gringo” é outra agradável surpresa, principalmente por seu riff cavalgado, lembrando “Sign Of The Hammer”, a produção dessa música me pareceu melhor que o restante do álbum, procurei no encarte algo, mas não achei nada, a verdade é que ela não contém o baixo Doom, mais uma com cara de clássico, e além do mais tem uma letra legal que foge do clichê típico do Manowar.
“Annihilation” é outra canção mais rápida, e mais uma vez brilha o vocal de Eric, no encerramento temos “Hail, Kill and Die” que tem novamente um refrão típico da banda para ser cantado nos shows, e uma letra com referências a antigos álbuns da banda, um belo encerramento para um álbum bem legal.
O baixo com timbre de Doom Metal não chega a estragar nada (bem talvez estrague uns alto-falantes, ou fones de ouvido mais vagabundos), mas realmente poderia ser evitado na próxima vez, pois não combina muito com o estilo da banda, no mais é um grande retorno do Manowar.

2 comentários:

  1. eu não ia comprar mas diante da sua resenha... vou atrás... valeu

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  2. Eu curti bastante o álbum, embora tenha bastante gente que não gostou

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