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domingo, 18 de novembro de 2012

Kiss – Monster 2012.



Bem, aproveitando a visita do Kiss ao Brasil escolhi como álbum da semana o novo play deles, durante a semana comento como foi o show.
Sinceramente eu pequei o álbum para escutar sem esperar muita coisa, comecei pela capa, que é feia pra caramba e com o espírito meio cético comecei a escutar o negócio.
Logo de cara já me animei com a energia de “Hell Or Halleluja” a música é bem legal e lembra bastante coisas feitas pela banda nos anos 70 e o negócio continua setentista com “Wall Of Sound” que tem um riff que remete direto a coisas como “Watching You” ou “100.000 Years” bem legal mesmo.
“Freak” tem uma entrada que lembra “Foxy Lady” do Hendrix, e na minha opinião é a música mais legal do disco, tem peso, e um refrão bem legal e o mais legal é que o álbum continua bem legal com outra faixa pesada “Back To Stone Age” essa lembrando a banda da época dos grandes “Creatures Of The Night”, “Lick it Up” e “Revenge”.
“Shout Mercy” tem novamente um clima setentista e traz um riff bem pesado, além de uma bela performance de Simmons no baixo, que mesmo discreto é para mim um dos melhores baixistas do Rock. O play só começa a dar uma diminuída em “Long Way Down” que não é uma música ruim, mas está um pouco abaixo das outras.
“Eat Your Heart Out” tem um começo meio Queen, mas a música logo se torna um daqueles Hard Rocks safados do tipo de “Cold Gin” ou “Firehouse” que o Kiss sabe fazer muito bem. E o peso retorna com tudo em “The Devil Is Me” com um riff que é difícil não balançar a cabeça ou pelo menos bater o pé enquanto se ouve.
Tommy Thayer é o vocalista de “Outta This World” e o cara não se sai mal, seu timbre até lembra um pouco o de Gene, e a música gruda fácil na cabeça também. Falando em mudança de vocal em “All My Love For Rock And Roll” quem assume o papel de vocalista, é Eric Singer e a música tem muito cara de Rolling Stones, principalmente pelo riff inicial, ela soa um pouco diferente das demais, mas não menos interessante.
Quando menos se percebe o álbum vai chegando ao final com “Take Me Down Below“ novamente bem pesada, lembrando novamente algumas coisas do álbum Revenge e por fim “Last Chance“ termina tudo com chave de ouro, com destaque para riff de baixo na introduçao da música.
Realmente preciso dizer que o Kiss me impressionou dessa vez, o disco é muito bom e com certeza um dos melhores do ano.

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