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domingo, 17 de março de 2013

Bachiana Filarmônica Sesi – Sala São Paulo, 17/03/2013



 E mais uma vez eu saio de casa para assistir algo e está chovendo, e dessa vez choveu o dia inteiro, pelo menos não estava tão forte então não precisei do guarda chuva.
 Mais uma vez fui até a Sala São Paulo assistir a Bachiana, é sempre legal assistir uma orquestra ao vivo, e confesso que estou aprendendo bastante a gostar e conhecer um pouco mais de música erudita, qualquer dia eu chego ao ponto de comentar aqui de maneira um pouco menos amadora, mas vamos lá.
 Novamente assisti ao concerto do coro, é um setor muito legal para assistir, você tem uma percepção totalmente diferente do que ocorre, pois vê o maestro de frente e a orquestra de costas. Você também vê a plateia, e percebe que o pessoal não respeita muito a questão de não tirar fotos, ou ligar o celular, aparentemente para muitos é impossível se concentrar por mais de quinze minutos ouvindo boa música. E antes que você questione, sim eu tirei uma foto para botar aqui no blog, mas como você pode notar foi durante os aplausos da plateia, então não atrapalhou ninguém.
 O concerto começou com uma peça chamada “Concerto para dois contrabaixos (passione amorosa)” do compositor Giovanni Bottesini, e achei bem legal, pois nunca antes havia escutado o contrabaixo da orquestra daquela maneira.
 Veio então a “Sinfonia no. 94, em Sol Maior, A surpresa” de Joseph Haydn, e que peça legal, é bem cinematográfica e dá para perceber que muitas bandas de Metal Melódico beberam dessa fonte. As variações também são muito interessantes indo de um andamento bem lento até algo rápido e pesado. (sim se você caiu de paraquedas aqui, primeiro bem vindo, e segundo, sim eu escuto Heavy Metal).
 Após um curto intervalo chega a hora de escutar “Concerto para piano e orquestra no. 24 em Dó Menor, K.491” de Mozart, e o austríaco é sem dúvida nenhuma um dos maiores compositores de todos os tempos, a peça é muito bonita e traz também algumas variações de tempo e intensidade, o grande destaque é para a pianista solista Vera Astrachan, que toca muito bem, e o mais legal sem partitura, aliás no bis ela tocou uma peça, que não sei qual foi, mas que demonstrou todo seu virtuosismo e talento ao piano.
 Mais uma vez assistir uma orquestra foi um programa dos mais legais, com certeza continuarei indo.

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