Bem como isso é um dos maiores clássicos da história da
música eu nem vou comentar muito, só dizer que o álbum é sensacional e começa
com simplesmente “Man On The Silver Mountain” uma das melhores músicas já
compostas na história.
Em “Self Portrait” dava para ver a genialidade da dupla Dio
e Blackmore, o segundo compôs um dos seus grandes riffs, e o primeiro
interpreta de maneira magistral a letra, e o refrão fica na cabeça fácil. Eu
nem sabia mas “Black Sheep Of The Family” é um cover, mas ela combina tão bem
com o play que nem dá para perceber, eu preciso ouvir a versão original até,
para comparar, mas eu imagino que essa aqui seja bem melhor.
“Catch The Rainbow” chega até a arrepiar quando se ouve, é
uma espécie de balada épica com um clima meio blues, onde brilha novamente a
estrela de Dio. A pesada “Snake Charmer” é a música mais fraquinha do disco, e
mesmo assim digamos que ele merece nota 9,5, pois é pesada na medida certa e
lembra muitas coisas que a banda viria a fazer daqui para frente.
A outra balada do álbum é “The Temple Of The King” e sério
eu poderia ouvir essa música umas cinquenta vezes seguidas e mesmo assim não
iria enjoar da melodia, que lembra um pouco folk music.
“If You Don’t Like Rock ‘N’ Roll” tem uma levada meio
safada, é bem animada e lembra coisas do Elf, tem até uns aplausos no final que
dão um clima de apresentação em boteco. Então surge uma das minhas músicas
favoritas, não do disco, mas de toda a minha vida, “Sixteeth Century Greensleeves”
é simplesmente perfeita, é pesada, tem um grande refrão, um solo inspiradíssimo
e uma interpretação genial do Dio, só ela já valeria o disco com certeza, mas
ainda tem uma versão instrumental para “Still I’m Sad” do Yardbirds, que pode
não ficado tão legal quanto a original, mas encerra o play em grande estilo.
Sem dúvida discografia básica.
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