Sim eu gosto de Raul Seixas, apesar de achar um saco aqueles
fanáticos que acham que ele é uma espécie de semi Deus, e criaram algo que mais
se aproxima de uma seita ou religião do que apreciação de boa música, mas
também todo fanático é um saco.
Esse realmente não é o melhor disco do Raul, mas foi um
final bem digno para a sua bela carreira, eu só não gosto tanto assim da
produção que deixou o disco pouco pesado, talvez se fosse produzido hoje seria
bem melhor.
Tudo começa com um trecho do clássico “Be-Bop-A-Lula”, que
serve como introdução para “Rock N’Roll” com uma letra muito divertida, aliás,
dá para perceber que os músicos estavam bem descontraídos e felizes nas
gravações.
“Carpinteiro do Universo” é também um dos destaques do play,
tem uma letra bem legal e o refrão fica fácil na cabeça. “Quando Eu Morri” traz
somente a voz de Marcelo Nova e até os dias de hoje é apresentada pelo músico
nos shows.
“Banquete De Lixo” é uma música meio cansativa, realmente
não está entre os melhores momentos do álbum, diferente da sacana “Pastor João
E A Igreja Invisível” que dá até pra dizer que é uma das músicas mais legais da
carreira de Raul.
“Século XXI” tem uma pegada meio brega, mas realmente passa
um pouco despercebida o mesmo acontece com “Nuit”, nenhuma das duas é ruim,
porém não são daquelas que ficam na cabeça fácil.
Em “Best Seller” os músicos acertam a mão novamente, tanto a
música quanto a letra são bem legais, novamente o flerte com o Brega retorna em
“Você Roubou Meu Videocassete” essa acabou sendo a última música gravada com o
voz de Raul, em “Cãibra No Pé” somente Marcelo Nova canta aliás esse última
faixa tem um trabalho de guitarras bem legal realmente se a produção fosse mais
pesada, ela seria um dos grandes destaques também.

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