Bem, já estava mais do que na hora de comentar aqui algo
sobre uma das minhas bandas favoritas, a banda solo do grande King Diamond, e
realmente como fã é complicado achar defeitos naquilo que ele faz, então já se
prepare para ler um montão de elogios por aqui agora.
O disco começa com “Midnight” que na verdade serve como uma
introdução para a faixa título, bem no estilo clássico do King, já anima logo
de cara, outra coisa que novamente anima é a história que se passa nas letras,
o cara é sempre criativo demais nessa parte.
“Magic” é mais uma canção rápida com aqueles vocais
clássicos e refrão que fica fácil na cabeça, cehga a lembrar coisas da época do
“The Eye” por exemplo, em seguida temos a macabra e um pouco mais cadenciada “Emerencia”
onde o mestre Andy LaRocque como sempre dá um show com riffs pesados e um solo
legal.
“Blue Eyes” é bem macabra e teatral, tem um teclado muito
legal também, enquanto “The Ritual” é uma das que tem a letra mais legal, e
novamente um refrão que gruda na cabeça.
“No More Me” é uma das mais macabras, tem um ritmo meio
circence e o vocal drmático de King é uma das mais legais do play, e chega a
lembrar “Spiders Lullaby” em seguida “Blood Walk” chega com velocidade e riffs
grandiosos, também é um dos destaques e fica bem legal ao vivo também.
“Darkness” tem algumas varioções de andamento, é uma das mais
pesadas do disco também sem dúvida nenhuma diferente de “So Sad” que é uma
espécie de balada macabra com King dividindo os vocais Livia Zita, que por
sinal é a esposa de King Diamond, o dueto deixou a música com um clima ainda
mais teatral.
King Diamond esperto como é deixou o melhor para o final,
visto que as duas últimas músicas são os grandes destaques do play, primeiro “Christmas”
é variada e transita entre o peso e a delicadesa da voz de Livia novamente,
chega a lembrar em alguns momentos coisas de Abigail. “Living Dead” também
lembra o começo da carreira de King e traz tudoi que todo fã espera, riffs
matadores, uma letra muito boa e os vocais inspirados do mestre.
Tá bom, “The Puppet Master” nem está entre os cinco melhores
discos do King Diamond, sendo sincero é até um dos mais fracos dele, mas é
muito, mas muito acima da média e tem grandes momentos, vale muito a pena
escutar, assim como tudo que o cara faz, seja em carreira solo ou no Mercyfull
Fate, realmente dá para dizer que ele não tem nada que o desabone em toda a
discografia.

Nenhum comentário:
Postar um comentário