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domingo, 24 de março de 2013

King Diamond – The Puppet Master , 2003



 Bem, já estava mais do que na hora de comentar aqui algo sobre uma das minhas bandas favoritas, a banda solo do grande King Diamond, e realmente como fã é complicado achar defeitos naquilo que ele faz, então já se prepare para ler um montão de elogios por aqui agora.
 O disco começa com “Midnight” que na verdade serve como uma introdução para a faixa título, bem no estilo clássico do King, já anima logo de cara, outra coisa que novamente anima é a história que se passa nas letras, o cara é sempre criativo demais nessa parte.
 “Magic” é mais uma canção rápida com aqueles vocais clássicos e refrão que fica fácil na cabeça, cehga a lembrar coisas da época do “The Eye” por exemplo, em seguida temos a macabra e um pouco mais cadenciada “Emerencia” onde o mestre Andy LaRocque como sempre dá um show com riffs pesados e um solo legal.
 “Blue Eyes” é bem macabra e teatral, tem um teclado muito legal também, enquanto “The Ritual” é uma das que tem a letra mais legal, e novamente um refrão que gruda na cabeça.
 “No More Me” é uma das mais macabras, tem um ritmo meio circence e o vocal drmático de King é uma das mais legais do play, e chega a lembrar “Spiders Lullaby” em seguida “Blood Walk” chega com velocidade e riffs grandiosos, também é um dos destaques e fica bem legal ao vivo também.
 “Darkness” tem algumas varioções de andamento, é uma das mais pesadas do disco também sem dúvida nenhuma diferente de “So Sad” que é uma espécie de balada macabra com King dividindo os vocais Livia Zita, que por sinal é a esposa de King Diamond, o dueto deixou a música com um clima ainda mais teatral.
 King Diamond esperto como é deixou o melhor para o final, visto que as duas últimas músicas são os grandes destaques do play, primeiro “Christmas” é variada e transita entre o peso e a delicadesa da voz de Livia novamente, chega a lembrar em alguns momentos coisas de Abigail. “Living Dead” também lembra o começo da carreira de King e traz tudoi que todo fã espera, riffs matadores, uma letra muito boa e os vocais inspirados do mestre.
 Tá bom, “The Puppet Master” nem está entre os cinco melhores discos do King Diamond, sendo sincero é até um dos mais fracos dele, mas é muito, mas muito acima da média e tem grandes momentos, vale muito a pena escutar, assim como tudo que o cara faz, seja em carreira solo ou no Mercyfull Fate, realmente dá para dizer que ele não tem nada que o desabone em toda a discografia.

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